quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
ATENÇÃO PARA NOSSA PROGRAMAÇÃO
NÚCLEO MAHA VIDYA INFORMA
PROGRAMAÇÃO FEVEREIRO/2014
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
ENCONTRO COM SUA CONSCIÊNCIA II
A Reinvenção de Ser uma
Jovem Gestante
(Parte I)
Esse
texto nasceu de minha prática em fornecer Yoga para jovens gestantes vítimas de
estupro ou sexo consentido sem proteção. Todas essas jovens futuras mamães
consideravam sua gravidez com ódio, raiva e nojo repulsivo. Entendi o drama
dessas mulheres, jovens adolescentes, como sendo o efeito colateral. Meu
trabalho de Yoga para com elas foi buscar reverter uma situação realizando o
oposto com os meses de gravidez que estavam vestindo emocionalmente.
Suscetível
a tudo isso, busquei uma reflexão sobre essas milhares de adolescentes que
nesse exato momento estão sendo mulher para alguém; seja por um sexo consentido
ou prevalecendo o estupro. Afinal, quando o ser humano mundano observa a vida,
tem pouca consciência do que realmente vê. Portanto, o texto que se segue
nasceu de uma reflexão e disponibiliza-se na necessidade de se mudar o foco de
uma leitura acadêmica gasta e preconceituosa da jovem mãe gestante. Vamos então
ao meditado...
Toda
adolescente mulher é prisioneira de seu próprio horizonte, na maneira pela qual
nele se define. Ela interpreta, a seu modo temeroso, uma montanha de situações
emocionais novas (em parte, produto de suas flutuações hormonais), sem chances
de defesas porque, nessa idade, representará seu "Calcanhar de
Aquiles". Dessa montanha, aderida por inexperiências as mais vastas,
desenvolverá o modelo no qual engajará suas ações em todas as relações obtidas.
Se
para um adulto, a realidade do dia-a-dia representa um desafio para com o lote
de experiências adquiridas, para a jovem adolescente mulher, sua realidade
diária é virtual: torpedos, internet, rede social. O aparelho celular está
acima da família. A obrigação do dia-a-dia consiste em receber chamadas e
realizar chamadas. Se os adultos cometem erros e acertos, a adolescente mulher
arrasta, à flor da pele, o medo. A realidade que veste encontra-se
continuamente pedindo, aos adultos, intervenção. Os pais de hoje já não mais
produzem tempo de carrear à filha adolescente conclusões positivas de um amigo
que é (ou deveria ser) o grande mestre de sua vida.
De
uma jovem adolescente mulher carente, para outra tão carente quanto, a visão
que carregam e têm para com elas mesmas já tece o fio do drama. É aqui que
iniciam a serem desajustadas. Ao criarem um juízo crítico que não se encontra
em conformidade com a realidade, suas rasas compreensões ferem aqueles que as
amam. Nenhuma em estado de adolescência conseguirá domesticar a explosão de
demência que as torna frágeis. Nenhum profissional de saúde psicológica poderá
redimensionar isso com conversa acadêmica. Nessa fase, a adolescente jovem
mulher hasteou em ponto bem alto sua bandeira com dizeres "AMO
SER REBELDE". É uma afirmação
de sua personalidade tribal? Sim, é. No
entanto, engajada a essa característica própria da adolescência, processa-se o
próprio aprisionamento no horizonte; ela adere e usará como âncora a ansiedade
em velocidade crescente de Fórmula Um. Essa ansiedade se desenvolverá como um
vírus mutante; ele saboreia pela corrente sangüínea sazonada de emoções da vida
mundana, totalmente novas para a jovem adolescente mulher, permitindo-a
concorrer ao vestibular da carência, do choro amoroso, do ciúme angustioso, que
se sustentarão no conflito íntimo, mergulhando-a no medo. Diria que as muitas
provas desse vestibular, no que a carência busca preenchê-la com a ansiedade,
tem longa listagem.
(Continua...)
Shrí Vidyacharanasampanaananda
domingo, 26 de janeiro de 2014
YOGA NO MAHA VIDYA
YOGA, A RESPOSTA HUMANA
PERANTE AS
DIFICULDADES DA VIDA.
É de uma perspectiva mais
elevada (além do corpo físico) que desenvolvi o tema desta leitura. Todavia,
tratei de abordá-lo de maneira clara, essencial e precisa.
Dedico cada frase ao ser humano que busca, há algum tempo,
produzir impactos de mudança na vida que leva, desprendendo-se do desequilíbrio
emocional e do sentimento de que algo está incompleto e confuso.
Este texto contém divina orientação
do mestre Djwal Khul, patrono do Núcleo Maha Vidya de Yoga. Também expresso
minha gratidão ao Mahatma Swami Siddha Muktananda, pelas belas aulas que dele
recebi sobre Anatomia Energética, Terapias de Campo Magnético, Kundalini,
Terapias Centrípetas Avançadas, etc. Através destes mestres e seus
ensinamentos, passei a entender profundamente sobre a resistência em respeitar
aquilo que foi ensinado nas escolas de Medicina. Na Yogaterapia, tudo é
totalmente científico e mensurável, o que implica numa vida mais consciente
para o praticante da metodologia, consciência esta que possibilita torná-lo
mais responsável pela sua saúde emocional.
Existem
pouquíssimos seres humanos conscientes sobre seus hábitos de saúde. Por décadas
desenvolvemos maus tratos com a função intestinal. Bactérias colonizam o
intestino delgado e subvertem a ordem dos fatores. Todos os nutrientes que
estão, dia após dia, sendo digeridos de forma errada, permitem que toxinas se
combinem com proteínas formadoras de agentes perigosos para a saúde.
Estatisticamente, é alto o número de seres humanos com prisão de ventre,
síndrome do cólon irritável, insuficiência pancreática, diminuição da função
biliar, deficiência de ácido clorídrico, etc., que compõem grave prejuízo à
motricidade intestinal. A Yogaterapia que o Núcleo pratica entende a saúde como
sendo atributo de uma energia que flui em todo seu estado natural, e a doença é
considerada o efeito da energia rompida em seu fluxo.
Nós, professores do Núcleo Maha
Vidya de Yoga, que detivemos conhecimento mais profundo do equilíbrio da
energia, a partir da sabedoria da antiga Índia, encontramos uma metodologia que
não se oferta por um ensaio ou abordagem acadêmica, mas, compartilhando de um
entendimento do que vem a ser o campo de energia consciente que sustenta os
corpos humanos. Nos instrumentamos para metodizar de forma abrangente, partindo do estilo de
vida de cada praticante, seus níveis físico,
emocional, mental e o espiritual. Essa prática metodológica não sustenta
religiosidade, invencionices tolas ou imprudência quanto ao gerenciamento da fé
dos praticantes. Mesmo porque, Yoga não é religião. Nossa abordagem é
visualizar, em cada praticante, um ser humano que está começando a respeitar
sua própria profundidade, sua integridade e aprendendo a sensibilizar sua
existência, para sua própria evolução.
Foi numa das aulas com o Mahatma
Swami Siddha Muktananda, onde aprendi que quando, como todo ser humano, ao
nascer pela expulsão fetal, entramos na vida, o que na verdade estamos
encontrando é a morte e para dela escapar necessitamos respirar. O ato de
respirar para todo bebê recém nascido, surge como primeiro reflexo
condicionado.
Na cultura ocidental, a
respiração tem sido tratada como uma mera função metabólica, mecânica, servindo
apenas aos propósitos de manutenção do corpo humano, contendo a energia para
todas as células. Por isso, fisiologicamente, o ser humano ocidental foi
condicionado a respirar de maneira superficial, produzindo uma respiração rasa
na parte superior do tórax, o que mantém quase a totalidade das pessoas num
constante estado de falta de oxigenação. Todo início de doença é afetado pelo
grau de oxigenação do corpo. O oxigênio é tóxico aos vírus, bactérias, germes e
parasitas do corpo. A capacidade respiratória de cada ser humano é mais
significativa para um diagnóstico formalizador de uma “Perfusão” (fluxo
sanguíneo mais rico) ou de “Hipoperfusão” (falta de oxigenação). Hoje a
medicina reconhece que a baixa capacidade está intimamente vinculada a uma
elevada mortalidade. A extensão de longevidade se desenvolve por um bom
metabolismo respiratório que oferte melhoria constante ao funcionamento do
Sistema Imunológico.
Em 24 horas o ser humano respira
25.920 vezes (18 vezes por minuto), freqüenciando esse volume respiratório com
as 72 pulsações cardíacas. Se dividirmos 25.920 por 72, o resultado será 360
(trezentos e sessenta), correspondendo ao valor da circunferência do planeta
Terra. Quando aprendemos a respirar corretamente, essa prática de energização
chama-se PRANA (energia vital) YAMA (expandir). A junção significa aumentar a
energia vital por meio da expansão ou aprofundamento da respiração.
Possuímos um campo energético
que se estende além da pele. Quando praticamos Yoga, exercemos uma respiração
que liga mente e corpo, restabelecendo todos os aspectos do primeiro campo
energético. As posturas desenvolvidas numa sessão de Yoga orientam-se para
reproduzir flexibilidade, resistência, potencial físico, alinhamento e
desempenho respiratório conectados. Isso permitirá que achemos nosso centro de
energia. Em tudo que couber numa sessão de Yoga, integramos mediante amplitude
de postura yogui. Modelamos seu
desenvolvimento em cada sessão em desempenho físico, mental e espiritual.
Ensinamos a limpar a percepção negativa de seu corpo ao respirar por meio da
postura que permite um oxigênio mais prânico.
O ensinamento lhe conduzirá a estar mais aberto para comunicar-se com seu
corpo. Aprendendo a ficar cada vez mais presente ao seu corpo, pelo pensamento,
o Yoga atrairá energia atômica de caráter mais sutil para transmutar suas
tensões.
Para finalizar, é importante
deixar claro que Yoga não esculpe músculos hipertrofiados como na musculação e
nem desenvolvemos alongamentos que excedem a capacidade muscular. O que
facilita a prática de Yoga, a partir do fortalecimento abdominal, lombar,
circulatório, etc., objetiva-se ao equilíbrio mental. Todos aqueles condicionamentos
que, com o tempo, acreditamos tanto que arraigaram, se tornarão excelentes
laboratórios para que nos re-enquadremos ao DHARMA (Verdade). Ao escanearmos o
corpo com a mente, sairemos do piloto automático. Bem vindo à vida. Bem vindo
para encontrar seu lugar no mundo em que vive.
Namaskar!
Dr. Marcus Antonius Santos
Shrî Vidyacharanasampanaananda
sábado, 18 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
ENCONTRO COM SUA CONSCIÊNCIA
Mudança
de Comportamento para 2014:
Torne-se
profissional da existência.
Aprendi
o fundamental sobre o viver e o morrer. O estado de consciência humana
necessita o quanto antes aprender como se consegue atingir o plano invisível,
antes de morrer, pois, a consciência é sinônimo da alma. Para muitos,
entretanto, será tarde demais, morreram, porque não tentaram modificar a
própria natureza emocional. Defeitos alheios, de uma forma ou de outra,
incorporar-se-ão aos existentes em nós. Em vez de vivenciar a vida com
consciência, desenvolvemos riscos crônicos. Não existe garantia espiritual
quando a sedução por tudo que é material ofertou-se primeiro. São muitas as
sensações fartamente encontradas ao longo da existência que, ao se desenvolver
abstinência espiritual, o passo seguinte é incluir paixões, melancolias,
fantasias, medos, traumas, etc., deixando que cada item construa nosso perfil,
nosso raciocínio e impulsos destrutivos ou não, quase sempre promovendo curtos circuitos
e nada que agregue valores possibilitando resgatar a alma. A consciência vive a
angústia contemporânea, que é justamente aquela orientada somente ao consumo.
A vida humana, em sua infinidade de
momentos, traz para o estado de consciência a idéia de alma. Mas, na prática,
quando vivenciamos o tempo, não importa a passagem do mesmo, o espiritual
perdeu o jogo. Ficamos dependentes do celular, e qualquer caminho que mais
rapidamente satisfaça nossos desejos... “tô
nessa”. Vivemos, hoje, muito mais do
visível e do esticar o tempo além das 24 horas; adicionamos cinco horas a mais
para encaixar o excitante... aí sim,
essa outra dimensão nos é útil. Foi tornada endêmica. Quanto ao restante...
bom, o restante é gordura desnecessária. Afinal, para que se ter a exata
dimensão do espaço que o ser humano ocupa no mundo? Para que auto-reflexão? Com
firmes pinceladas, o quadro que o ser humano pinta de si próprio é escuro. Ele
sorri, ele fuma, ele bebe, ele faz sexo, ele estabelece novas relações, mas, tudo
isso funciona como uma oferta de liquidação de loja. O ser humano hoje
encontra-se tão preso às mais diversas armadilhas, que ele próprio é uma
propaganda enganosa.
Como
Professor de Yoga, nos últimos 16 anos, já produzi mais de mil cursos de
Meditação, e aprendi ouvindo o que acima forneci. Ninguém sabe quem é; apenas
sabe reagir, abraçar para ter prazer, buscar grandes oportunidades, etc. etc.
etc. Quem, de fato, somos, para além do nosso número de identidade, CPF e
profissão? Quem é você, profundamente? Quando ampliamos o dia, de 24 para 29
horas, tamanha é a solidão, é porque fracassamos por buscar tanto, no lado de
fora, aquilo que se faz dentro de nós. Fracassamos na compreensão do outro
porque o diálogo só ocorre com a latinha de cerveja na mão.
O que
ensino centraliza-se para que a tarefa de cada ser humano seja a de tornar-se
livre da prisão que sua consciência programou ser. Viver, primeiramente, amando
a si mesmo. Cuidar do patrimônio da vida, que é a alma, será enormemente mais
satisfatório do que viver em dúvidas e conflitos, compartilhando papo-furado.
Crie seu passaporte e viaje para seu interior. Passe lá 1 mês. Retorne, depois,
mais consciente com você mesmo. Pois, nessa vida que você escolheu viver, tornar-se
Profissional
da Existência é o Mérito.
Swami Shrí Vidyacharanasampanaananda
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
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